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Chão do Gandas

VM.11

Necrópole megalítica e arte rupestre

Lugar: Parada Velha

Freguesia: Pinheiro

Concelho: Vieira do Minho

Código Administrativo: 031112

Latitude:41.37.40

Longitude: 1.02.40

Altitude: 660 metros

 

Extracto da Carta Militar de Portugal, escala 1:25000, com localização do sítio arqueológico.

Acesso:Pela estrada florestal que liga Pinheiro a Ruivães, junto ao campo de tiro. (ID607-315:2) - Mamoa.1 do Chão do Gandas, vista de SE.

 

DescriçãoFísica: Ampla chã de ruptura de vertente na bordadura Sudeste da cabeceira do ribeiro da Parada. Com ampla exposição a Sudoeste, com solo espesso e bem irrigado, apresenta uma cobertura vegetal rasteira dominada por herbáceas, fetos, tojo e urze.

 

Mamoa.2 do Chão do Gandas, vista de Sul. Descrição Arqueológica: Dispersas pela chã identificam-se 3 monumentos tipo “mamoa”, sendo comum a todos o tumulus de terra, cascalho e calhaus, bem como a existência de cratera central. Junto ao estradão, do lado nascente, localiza-se a designada Mamoa 1- Cerca de 12 metros de diâmetro por 1 metro de altura máxima, cratera de violação larga mas pouco profunda, carapaça pétrea visível. Aqui próximo, do outro lado da estrada, existe um afloramento com algumas gravuras tipo fossete e antropomorfos já muito apagados; a Sul do conjunto fica a Mamoa 2- com cerca de 8 metros de diâmetro e apesar de muito destruída, evidencia-se bem a cratera de violação onde são observáveis 3 esteios da câmara; no bordo poente da chã localiza-se a Mamoa 3- tem cerca de 20 metros de diâmetro e 2 de altura máxima, possuindo uma cratera de violação pouco profunda, sem esteios.

 

Interpretação:Trata-se de um característico conjunto de monumentos tipo “mamoa”, associado a gravuras rupestres, que habitualmente se classifica como necrópole megalítica. Panorâmica da Mamoa 3 do Chão do Gandas, vista de Este. O monumento é perceptível ao centro da fotografia.

Cronologia: Considerando a similitude com conjuntos semelhantes identificados nas serras do Noroeste, também esta necrópole, à semelhança dessas outras, datará do IIº / Iº milénio a.C..

Bibliografia:

                          CAMPOS, António J.T. de (1998) - Serra da Cabreira. Guia dos Trilhos Pedestres da Serra da Cabreira, Centro de Interpretação e Animação da Serra da Cabreira, Vieira do Minho, pp.40-41

Autor: Luis Fontes

Ligação à C.M de Cabeceiras de  Basto

Ligação à C.M. de Vieira do Minho

Ligação à Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho

Ligação ao Projecto Geira

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